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Nesse blog, encontrará informações sobre tecnologia, mídia social, comunicação e cultura digital.Siga minhas atualizações no Twitter (outras redes sociais que utilizo), participe da comunidade no orkut e acompanhe as atualizações desse blog através do RSS feeds.feedburner.com/charlesclabs (não sabe o que é isso?) ou via informativo enviado por e-mail (cadastre-se aqui).
Clipe simples e muito criativo. As pessoas que participam do vídeo são fãs do artísta, e foram filmadas via webcam.
Se dizem que não se deve comprar um livro pela capa, já comecei bem, visto que esse nem capa tem. Outra vantagem é que você não precisa pagar nada. Esse é um livro eletrônico sobre a comunicação na era digital: Comunicação em rede (http://www.comunicacaoemrede.com/).
É um livro, mas vai folheá-lo de uma forma diferente. Não é necessário fazer download: você tem acesso ao conteúdo da obra através do mapa da página e da tabela lateral navigate pages. Em cada capítulo, há subdivisões.
Utilizei o formato wiki para tentar criar uma espécie de livro eletrônico. Na verdade, o que chamamos de ebook muitas vezes é algo pensado para ser impresso, um livro normal transposto para o formato digital (geralmente, em arquivo pdf). Acho equivocada essa premissa. Quando escutamos arquivos sonoros em mp3, não dizemos que estamos escutando uma “e-música”.
Queria fazer algo que fosse possível clicar, como também fácil de acessar (basta um navegador de internet), agregando recursos do hypertexto (como tags) e facilitando também a leitura fragmentada. Por isso, apesar de sugerir uma linha a ser seguida, os textos podem ser lidos separadamente, caso haja interesse apenas por tópicos específicos.
Não sei se essa proposta se adequaria a todo tipo de escrita, da mesma forma que tenho dúvidas se a tecnologia 3D seria apropriada para todo tipo de filme.
No meu caso, se encaixou muito bem. Como a internet está trazendo mudanças constantes à comunicação, um livro impresso correria o sério risco de ficar desatualizado em pouco tempo.
Ademais, nesse formato posso atualizar a obra quando achar algo relevante, inserir dados recentes, incluir novos textos. Você, inclusive, poderá acompanhar esse trabalho através do RSS (se não sabe o que é isso, clique aqui).
Utilizei diversos textos meus já publicados (muitos deles no meu blog), bem como redigi conteúdo inédito. Condensei, misturei essas informações, que ganham destaque quando contextualizadas, vistas em perspectiva.
Você pode usar trechos dessa obra, desde que cite a fonte (Creative Commons).
Comunicação em rede – livro digital
http://www.comunicacaoemrede.com/
Conexões [onde essa conversa continua]
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Lista de discussão [debate via e-mail] – http://groups.google.com/group/comunicacaoemrede
RSS desse livro [Saiba o que é RSS]
Vídeo reúne imagens das manifestões no Irã após a reeleição do Ahmadinejad. Conteúdo bem forte.
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“O jornalismo estará irreconhecível. Estamos passando por mudanças dramáticas causadas pela internet e por redes como o Twitter e o Facebook. Nas comunidades de antigamente só havia o padre e o médico que sabiam ler e, portanto, podiam compartilhar conhecimento. Depois, as pessoas tiveram acesso a livros, jornais, televisão e o conhecimento passou a ser mais bem distribuído. Mas, mesmo assim, os jornalistas, escritores, produtores dos programas de TV eram os mais poderosos. Hoje cada um pode ter seu próprio site, sua própria televisão. A hierarquia morreu. Acabou a ideia de que o jornalismo é uma centena de pessoas inteligentes reunidas num prédio informando milhões de idiotas.”
O filósofo Jonathan Mann responde a pergunta “Que tipo de jornalistas serão as crianças de hoje?”. Segundo ele, os jornais estão em perigo. “Acho que a crise é dos jornais, não das notícias. O New York Times, o Times (de Londres), o Libération (de Paris), todos ainda podem existir como sites. O papel não será mais necessário. A TV também não será. Ela está na internet, no celular. A questão está em como as notícias serão distribuídas, é uma crise de distribuição”, opina.
Com o surgimento da mídia social (web 2.0), a vocação colaborativa da web ficou ainda mais clara: não estamos apenas conectando conhecimento, mas pessoas. E nessa nova comunidade surgem adversidades, mas também inovações.
O poder da rede também torna possível a interação com outros profissionais da informação, permitindo novas formas de relatar notícias. Nos EUA, por exemplo, quatro jornalistas (Elaine Helm, Paul Balcerak, Brianne Pruitt e Angela Dice) fizeram uma cobertura, de forma colaborativa, das chuvas em Washington. Eles não trabalhavam no mesmo local, nem para a mesma empresa. Na verdade, muitos deles nem se conheciam pessoalmente. Eles utilizaram o site colaborativo Publish2 (http://www.publish2.com/). A notícia se propagou no Twitter, já que eles adotaram uma hashtag única.
Esse é apenas um exemplo. Na internet, o produtor de conteúdo pode ser um comunicador com inúmeras facetas. Steve Outing acredita que o jornalista irá trabalhar numa determinada comunidade. Ou, como prega Seth Godin, Tribos.
As empresas jornalísticas irão oferecer aos seus empregados (jornalistas ou blogueiros) ferramentas web 2.0 para que ele atue em nichos específicos, criando comunidades sobre temas com os quais esse público se identifique. Ou seja, o jornalista vai se dedicar a um tema pelo qual seja genuinamente apaixonado.
O repórter pode agrupar essas pessoas e criar conteúdo sobre o assunto em que é especialista. Atuando nesse nicho, o jornalista poderá contar com essa comunidade para lhe aconselhar. Sugestão de idéias de pautas, fontes, indicações de conteúdo de outras publicações e até mesmo receber ajuda voluntária desse público (especialistas escrevendo artigos, pessoas enviando vídeos etc.).
Steve Outing acredita que isso se assemelha à proposta do beatblogging, conceito que ajuda a realizar mais, economizando dinheiro. Une peritos em assuntos específicos e jornalistas para lançar luz sobre temas segmentados, criando uma conversa online que dificilmente seria possível de ser realizada por apenas uma pessoa, melhorando e ampliando a cobertura de assuntos.
Com isso, se produz conteúdo especial para uma audiência realmente interessada, muitas vezes não atendida em outros meios de comunicação. O que abriria espaço para uma propaganda segmentada.
Para Outing, com blogs no centro do trabalho jornalístico, o jornalista desenvolverá múltiplas atividades. O jornalista será multitarefa, podendo atuar numa variedade de formatos, desde textos simples a vídeos, podcasts ou experimentações multimídia. A notícia recebe atualizações à medida que os eventos progridem. Não apenas texto, mas vídeo ou áudio. E, quando necessário, informações urgentes podem ser enviadas via celular, lista de e-mail, Twitter, redes sociais etc.
Entretanto, Outing acredita que levará tempo para que a maioria dos jornalistas se adapte a este novo fluxo de trabalho.

Cada vez mais, a construção das notícias pode ser enriquecida com a participação colaborativa das pessoas. O jornalista passa a ser o organizador dessas informações, dessa produção coletiva. Que pode estar espalhada em diversas ferramentas da web 2.0: Flickr, Youtube, Twitter etc. Ao mesmo tempo que filtra o que há de mais relevante, contextualiza o assunto e checa a veracidade das informações e depoimentos.
Atualmente, uma história pode ganhar ramificações, atualizações constantes, enfoques inusitados de fontes que estão vivenciando grandes acontecimentos, algo que enriquece o trabalho jornalístico e transforma a matéria em algo não linear.
Jornalismo beta
No texto Produto x processo jornalismo: O mito da perfeição versus cultura beta, Jeff Jarvis repisa um assunto já desgastado: nova mídia x modelos clássicos da informação. Um dos pontos principais é a divulgação de boatos, notícias não confirmadas. Segundo Jarvis, na internet, freqüentemente o material é publicado primeiro e editado posteriormente.
Para ele, essa criação não é perfeita, mas não significa que seja pautada pela especulação, que não obedeça a normas. É apenas um processo diferente. Há blogueiros, por exemplo, que pedem a ajuda de leitores para escrever seus textos.
Trata-se de um processo de colaboração, transparência, no qual os leitores participam. Todavia, é necessário esclarecer isso, trazer advertências e correções. Uma boa dica é deixar claro o que se sabe no momento e o que pode ser confirmado depois.
O blog TMZ, especializado no mundo das celebridades, foi o primeiro a citar a morte de Michael Jackson. Todavia, já trazia, ao final do texto, a informação de que se tratava de uma notícia ainda em construção.
Imagem via Flickr de inju

O blog Techcrunch comenta mais uma proposta para “salvar” os jornais impressos: tornar ilegal o ato de linkar sem pedir permissão. A ideia é do juiz norte-americano Richard Posner.
Estabelecer conexões é um dos alicerces da internet. O Yahoo! surgiu dessa forma. Seus criadores, David Filo e Jerry Yang, começaram a compartilhar informações que estavam pesquisando para suas teses de doutorado. Com o tempo, cada vez mais pessoas contribuíam.
Antes, quando o criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, divulgou seu projeto, escreveu a seguinte mensagem num fórum, no dia 6 de agosto de 1991: “estamos muito interessados em espalhar a web para outras áreas (…). Colaboradores são bem-vindos!”
Na internet, a informação não está mais represada. Você pode escolher entre ser um beco sem saída ou ponto de início para a experiência online. Até porque estabelecer conexões com outras informações ajuda a contextualizar o assunto, citando notícias antigas, onde encontrar arquivos multimídia… Mais do que definir um termo citado no seu texto, você pode optar por linkar para um página – como a Wikipédia – que sempre trará informação atualizada sobre o assunto.
Ryan Sholin, diretor de inovações em notícias do site colaborativo Publish2, acredita que um site jornalístico não deve ser o final do diálogo, mas sim seu início. Para ele, devemos citar outras fontes porque devemos isso aos leitores, para dar a eles todas as informações que temos. Além disso, não sabemos tudo, mas podemos indicar onde encontrar informações sobre o que desconhecemos.
Atualmente, estamos conectando pessoas online. Por outro lado, há quem acredite ser possível criminalizar os links, não citar as fontes de sua informação…
Via Flickr de ivan_versl

“O Irã transformou-se no paraíso do “jornalismo cidadão”, com vantagens e riscos. Sem ele, possivelmente não se saberia nada do que ocorre ali. Mas é muito difícil distinguir quais as informações provenientes de indivíduos isolados e desconhecidos que têm credibilidade.
[...]Mesmo que se considere que tudo que chega pelas novas mídias seja verdadeiro, ainda há que levar em conta que as pessoas capazes de enviar essas mensagens não necessariamente representam o conjunto da sociedade.
[...]É impossível assegurar que o estado de espírito predominante no Irã seja o que consta das mensagens que chegam de lá pelas novas tecnologias.”
Carlos Eduardo Lins da Silva, ombudsman da Folha de São Paulo.
Questionamentos pertinentes. Torna-se difícil, em muitos casos, tentar checar a veracidade dos fatos, ainda mais num país fechado. Todavia, mesmo que os manifestantes não representem a maior parte da população, isso não inviabiliza o fato de que são vozes discordantes. Muitas vezes tolhidas. Além disso, governos populistas conseguem se perpetuar no poder utilizando práticas condenáveis.
Segundo o blogueiro iraniano Roozbeh Mirebrahimi, que foi condenado pela justiça do país a dois anos de cadeia mas fugiu antes para Nova York, a blogosfera é a imprensa livre que o Irã não tem. Entretanto, faz a ressalva:
“Não se faz revolução só pela internet. É bom ter passeata, ter manifestação, com cartazes. O povo precisa estar na rua, fico pessimista ao ver que as pessoas estão apavoradas em casa, com medo de apanhar, da prisão ou de morrer. É bom conquistar blogs, mas precisamos estar na CNN, no “New York Times”, na imprensa tradicional. Achar que dá para mudar o regime só no Twitter [portal de mensagens breves] é ingênuo. “
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Imagem via Flickr de robbmonty
“As emissoras, em geral, se aferram à mesmíssima maneira de fazer TV, apenas querendo roubar uma da outra um apresentador que deu certo, a fórmula da novela que já foi boa, as celebridades ou subcelebridades que estão em voga… Trata-se de repetir, de copiar, de tomar emprestado -e não de procurar novos caminhos, descobrir o que anda acontecendo com a audiência, inventar nem que seja um pouquinho. O problema é que, nessa toada, as outras alternativas de informação e entretenimento vão ganhando terreno -e uma hora, vai ser tarde demais para a TV aberta”.
Bia Abramo, no texto A disputa pelo segundo lugar.
Com a internet, compartilhamos experiências. E isso pode transformar outras pessoas, inspirando o surgimento de algo novo. Como se trata de um processo em rede, mais pessoas são atingidas e aí… Ótimo vídeo. Em inglês.
Michael Jackson, um artista que revolucionou a música, a dança, os clipes…
Para quem tem menos de 20 anos, pode parecer exagero. Até porque, de uns tempos para cá, o cantor ganhava o noticiário basicamente com fatos polêmicos.
De toda forma, na década de 80 ele era rei. Veja o clipe acima de Liberian Girl. O artista tinha tanto prestígio que juntou grandes nomes do período para fazer o vídeo. Uma espécie de “We Are The World” pessoal. Difícil pensar em outro nome que conseguiria tal feito.
Os anos 80 foram curiosos. Na música, quem dava as cartas eram um negro (Michael Jackson) e uma mulher (Madonna). E ainda há quem ache a época careta.
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“Estudantes podem ser atraídos justamente pelo apelo do novo e desconhecido. O aspecto mais excitante do futuro do jornalismo cultural é que ele será híbrido, se alimentará de várias fontes de inovação e energia. Crítica e reportagem serão financiadas através de publicidade, licenciamento, redes sociais, doações, locação de espaço digital, permuta etc. Limites entre escritores e o público, canais de comunicação e círculos profissionais se misturarão de forma preocupante e esperançosa. A nossa noção do que seja uma “publicação sobre artes” ou “jornalismo cultural” serão moldadas através de novas relações entre as artes, a mídia e o público”.
Trecho de artigo de András Szántó. Para ele, o jornalismo cultural não está acabando, mas sim migrando para a internet. Mais do que nunca, as pessoas estão lendo e escrevendo sobre cultura, por causa da web. Segundo o indexador de blogs Technorati, são 185.000 blogs culturais. Há os mais focados em crítica, outros em trazer as novidades do setor.
Localmente, esses blogs podem fazer um trabalho relevante, até porque lançam luz sobre pautas que não entraram em outros meios de comunicação, seja por falta de tempo ou espaço.
Todavia, do ponto de vista do artística, ganhar visibilidade está mais difícil. Pelo menos é o que acredita Juan Cruz, jornalista espanhol que participou do 1º Congresso de Jornalismo Cultural, realizado em maio, em São Paulo. Segundo ele, “para um artista jovem se destacar nos dias de hoje, é preciso que aconteça com ele algo surpreendente e não necessariamente relacionado à sua obra”.
Cruz acredita que “os cadernos de cultura estão ficando todos iguais. Os nomes reverenciados são sempre reverenciados e a novidade tem pouco espaço. Isso é um fenômeno mundial.”
Foto via Flickr de Ben Heine

“O julgamento das notícias está mudando? Sim! Pela primeira vez, podemos nos conectar diretamente com cidadãos que podem ser fontes confiáveis, além das cabeças falantes e rostos bonitos que servem como âncoras de notícias”
Rick Sanchez, apresentador da CNN, na 140 Characters Conference (#140conf).
Atualmente, a internet é o meio mais popular nos EUA para se obter notícias. Mais da metade dos entrevistados escolheram a grande rede. Em seguida, surge a TV, com 21%. Rádio e jornais aparecem em terceiro, empatados com 10%. Os dados são da Zogby Interactive.
Imagem via Flickr de mfophotos

“Usar o Twitter como divulgador de releases é um erro. A internet é um ambiente de ideias, de autoalimentação”
A Deputada Federal Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) fala sobre a necessidade de utilizar a ferramenta de mensagens curtas eficientemente. O Link dessa semana versa sobre Twitter e política. Para quem quer saber mais sobre o assunto, o site PoliTweet (http://www.politweets.com.br) reúne perfis de políticos brasileiros.
Em tempo: sobre a utilização da internet em campanhas eleitorais, há novidades. Ao contrário de anos recentes, deverá ser permitido demonstrar apoio via mídia social, bem como será possível fazer doações online, vide modelo bem-sucedido de Obama.
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Imagem via Flickr de Squirmelia
“A imagem e informações dela persistem, como se não tivesse morrido. Além disso, as visitas e mensagens postadas continuam movimentando aquela página”
Psiquiatra Marcelo Feijó de Mello, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O G1 analisa como as pessoas lidam com o luto online.
Os que falecem deixam para trás conteúdo na mídia social: blogs, páginas em redes sociais (Orkut, Facebook etc.), Twitter, Fotos no Flickr e Fotolog etc. Depois da morte, muitas dessas páginas viram locais de homenagem.
Por isso, há quem entregue sua senha para conhecidos, e peça que as contas sejam apagadas após sua morte. Não raro, todavia, a própria família paga para que hackers descubram as senhas dessas páginas e deletem o conteúdo.
Para os que perderam entes queridos, a internet é usada para homenagear os mortos e como forma de procurar apoio, solidariedade.

Bons lugares online para encontrar filmes. Infelizmente, há restrições por localização. Ou seja, nem tudo está disponível para o Brasil.
1. Snag Films – Ideal para quem gosta de documentários.
2. The Auteurs – Para debater filmes.
3. Babelgum – Cinema de todo o mundo.
4. Reel 13 – Clássicos!
5. Crackle – Filmes produzidos pela Sony Pictures Entertainment.
6. YouTube Movies – Canal sobre o assunto do maior site de hospedagem de vídeos.
7. Jinni - Uma espécie de Last.fm do cinema.
8. Surf The Channel - Serviço de busca que localiza filmes disponíveis via streaming (arquivo que carrega enquanto você assiste).
Imagem via Flickr de Roloff













