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Assista filmes da 33ª Mostra Internacional de Cinema na internet

A 33ª Mostra Internacional de Cinema exibe, até o dia 05 de novembro, em São Paulo, uma maratona de filmes interessantes (a Folha mantém uma página especial sobre o assunto). Para quem não está na capital paulista, uma opção é conferir as obras via internet. Gratuitamente e com legenda.
Para isso, basta visitar a página The Auteurs, se cadastrar e conferir os filmes que vão ser exibidos no dia. Segundo os criadores do site, esse seria “o primeiro festival online do mundo“.
The Auteurs é um belo site para assistir filmes online e conversar com outros cinéficos. Veja outras dicas de páginas para ver filmes na web.
Imagem via Flickr de Roloff
Vídeo demonstrativo do Creately, aplicativo online de diagramação e design que permite realizar trabalhos gráficos de forma colaborativa. O site conta com vários modelos, tais como fluxogramas.

A rede vai ter um impacto grande nas eleições do ano que vem, especialmente por conta das LAN houses. O Brasil possui 2.200 salas de cinema, 2.600 livrarias e… 90 mil LAN houses. A maioria absoluta das cidades brasileiras não tem cinema nem livraria, mas tem LAN house. Elas são não só um lugar de acesso à rede, mas um novo tipo de espaço coletivo.
Ronaldo Lemos, na Folha de São Paulo (acesso exclusivo para assinantes do jornal e do provedor UOL).
A revista Rolling Stone desse mês traz uma matéria sobre o assunto (trecho no site). Segundo o texto, a internet inaugura uma nova era nas campanhas políticas brasileiras.
Perseguir o modelo Obama será a tônica das ações de Marketing Político.
Ben Self, estrategista da campanha do atual presidente norte-americano, deve prestar consultoria para Dilma Rousseff, provável candidata do PT à presidência.
Já a senadora Marina Silva possui uma comunidade de apoio a sua candidatura, plataforma similar à estratégia online de Obama.
Veja também
Linking data, plataformas abertas para o conhecimento
Imagem via Flickr de Theresa Thompson
Uma das buscas mais comuns para se chegar a esse blog é procurar por imagens livres de direito autoral. Já listei alguns sites nesse segmento. Todavia, como existem diversas páginas para isso, visitar cada uma delas poderia transformar a busca em algo disperso, demorado.
Por isso, dou a dica do Everystockphoto.com, um buscador específico para imagens com licença livre. Cada resultado aponta as situações em que o arquivo pode ser usado sem que seja necessário pagar.
Você também pode se cadastrar gratuitamente no site. Poderá classificar, inserir tags e comentar as fotos.
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Fotopedia, uma enciclopédia colaborativa de imagens
Agência de fotojornalismo cidadão tem futuro?
Há diversas opções para você criar, gratuitamente, seu espaço on-line. Entre os blogs, por exemplo, pode utilizar as plataformas Blogger e o WordPress (a melhor, dá uma passada aqui e saiba mais sobre a ferramenta).
Mas se quiser uma abordagem mais profissional, o ideal seria manter um domínio próprio (nomedosite.com.br). Até porque vai poder sempre mudar o sistema do seu blog quantas vezes quiser, basta migrar seu domínio para outra ferramenta de publicação. Em tempos de internet, isso é vital. Do contrário, perderia todos os links que apontam para o seu site, o que iria interferir no seu page ranking.
Para isso, vai ter de pagar para registrar o domínio (R$ 30,00 reais por ano). Mas há soluções gratuitas para a hospedagem. O blog Makeuseof.com cita sete serviços (confira no final do texto).
O mais indicado, porém, é optar por um serviço pago. Isso porque poderá escolher o plano que mais se adequa ao seu site (número de contas de e-mail, sistema que aguente tráfego elevado, suporte técnico etc.)
Zymic
XtreemHost
Hosting-Engine
Host-Ed
Freehostia
PhpNet
000Webhost

O Twitter e Google fizeram uma parceria para que as mensagens publicadas no serviço de mensagens curtas apareçam na busca do gigante da internet. O microblog já havia anunciado parceria similar com o buscador Bing, da Microsoft. Segundo foi comentado na ocasião, o motivo do Facebook ter comprado o site de lifestreaming Friendfeed teria sido adquirir a tecnologia de pesquisa “sobre o que está acontecendo no momento”.
Não à toa, a busca em tempo real foi eleita como uma das tendências de 2009 pelo blog ReadWriteWeb.
Acredito que esse recurso pode trazer inúmeras vantagens. Ronaldo Lemos escreveu um belo texto sobre o assunto (acesso exclusivo assinantes UOL/Folha de São Paulo). Eis um trecho:
Já vi gente que só sai de casa para ir a um show quando tem certeza de que a banda de abertura (menos interessante) já está terminando de tocar. E como saber? Buscando no Twitter. Isso muda também a forma como a mídia tradicional é consumida. Quando a MTV fez a entrega dos prêmios do VMB deste ano, o que mais me chamou a atenção foram os 2.000 posts gerados por minuto quando ele estava no ar.
É um mercado em plena transformação e aberto para quem tiver a melhor ideia.
Todavia, como já escrevi antes, acho que os serviços de busca ainda precisam melhorar, criando novos critérios para encontrar conteúdo de qualidade, mas não necessariamente popular. Do jeito que as coisas andam, é como se estivem passando para outro segmento, sendo que o atual ainda necessita melhorias. Enfim, precisam “cavar mais fundo”.
Há um buscador com essa proposta, o DeepDyve. Ele promete pesquisar a “internet profunda”.
Não é tão simples assim. O Facebook possui 300 milhões de contas. É uma espécie de intranet gigante, pessoal para cada um, que não dialoga com os sistemas de busca.
De toda forma, os buscadores comuns não raro tem dificuldade de oferecer outras respostas, novas fontes. Os sites mais visados acabam recebendo mais visitas, que resultaram em mais links para essas páginas, o que vai contribuir para aumentar ainda mais sua audiência (um dos critérios do Google para hierarquizar os resultados da busca são os links apontados para um determinado site). Não que tenha que existir uma divisão entre esses dois conceitos, mas será que os buscadores não destacam quantidade e não qualidade?
Ademais, há ainda outro ponto técnico importante. Quem sabe técnicas de SEO (recursos que melhoram a posição nos sites de busca), amplifica ainda mais sua visibilidade online (Jeff Jarvis chama isso, no livro O que a Google faria?, de Googlejuice).
Enfim, enquanto a solução definitiva não vem, procure serviços segmentados de busca, diretórios segmentados. O CollegeDegree.com selecionou 99 sites para quem quer fazer buscas mais específicas na “web invisível”.
Imagem via Flickr de mrabanalc
O blog Journalism.co.uk comenta o Linked Data, termo que se refere à utilização da web para interligar dados relacionados previamente não conectados. Pode-se utilizar, por exemplo, dados dispersos para a visualização da informação.
Um dos símbolos dessa tendência é a API, que torna possível que terceiros criem conteúdo e serviços vinculados a outros sites. Exemplo: o Twitter libera o uso do seu código, então vários produtos são criados por programadores autônomos, como o Trendistic, que mostra as tendências da ferramenta de mensagens curtas.
Com o acesso público ao banco de dados, é possível também “remixar” essas informações, havendo uma mescla do conteúdo (mashup).
Não só. Dados públicos podem ajudar ações e serviços de Crowdsourcing (tercerizar para as mutidões). A nova página da Casa Branca sinaliza essa postura mais aberta.
O jornalista Jeff Jarvis defende, no livro O que a Google faria?, que os dados devem ser digitalizados, o que permitiria o acesso fácil a eles, cruzamento de informações, levantamento de estatísticas etc.
Entretanto, para isso, é importante adotar plataformas abertas, que podem ser facilmente acessáveis não apenas pelo consumidor final, mas também por programadores. Pouco adiantaria se esses dados estivessem “escondidos”, não adotassem padrões amigáveis etc.
(Imagine o potencial disso caso manusear esses dados fosse tão fácil que mesmo o internauta menos cultivado pudesse “brincar” com essas informações, criando novos serviços? E ter acesso a isso via celular, como dados sobre geoposionamento?)
Quem sabe, poderia surgir uma nova abordagem da política, mais centrada em causas e menos partidária.
Pedro Valente escreveu um ótimo texto sobre o assunto: Oito princípios para determinar se os dados públicos são realmente abertos.
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Seguindo uma ideia que pesquei do site do Marcelo Träsel, criei um espaço para responder as perguntas que recebo mais frequentemente (FAQ, Frequently asked questions).
Há desde informações pessoais (como se pronuncia o meu nome, que estaria num top 5 de perguntas corriqueiras) até assuntos sobre internet, jornalismo e novas mídias: meu e-book Comunicação em Rede, exposição pessoal online, o que está acontecendo com a comunicação (o jornalismo vai morrer?) etc.
Quer saber como funciona a ferramenta colaborativa do Google? Dá uma uma olhada nesse “simulado”. Ótimo.
Para quem procura uma abordagem mais séria, Daniel Tenner responde no seu blog um questionamento que deveria ser um dos alicerces para qualquer projeto: Quais problemas o Google Wave resolve?
Como definiu o chef Alex Atala, “Inovação é uma coisa muito simples. É criatividade com utilidade.”
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“E se o e-mail fosse criado hoje?” – eis o ponto de partida do Wave
O que desperta maior interesse são os assuntos relacionados à comunidade em que o usuário está inserido. Observamos que muita gente busca informações sobre seu microcosmo. Ou seja, se falta luz no bairro ou se há um barulho incomum, as pessoas buscam informações no Twitter, sabendo que seus vizinhos estão na mesma situação. É natural esperar que alguém saiba o que está ocorrendo e coloque isso na internet. Nossa ferramenta se tornou uma maneira de alguém se conectar imediatamente com pessoas que estão passando ou que passaram por uma mesma situação. Existe um senso de comunidade, com as pessoas interligadas e sabendo que vão encontrar informações atualizadas sobre interesses em comum. Dessa forma, o que mais movimenta o Twitter não é um tipo de post ou um post específico, mas o conjunto de muitos posts sobre uma enormidade de temas.

Biz Stone, um dos criadores do Twitter, em entrevista à Veja.
Para ele, a internet foi criada para que todos compartilhassem informações. Entretanto, havia uma barreira técnica: muitas pessoas não sabiam como utilizar esses recursos. O Twitter diminiu esse problema, basta você saber digitar.
Em relação a outras redes sociais, ele explica que o Twitter é diferente visto que você não precisa acompalhar quem lhe segue para ter acesso a suas atualizações. Em outros sites de relacionamento, há necessidade de reciprocidade na rede de contatos.
Imagem via Flickr de Joi
Os melhores complementos do WordPress para monetizar seu blog

O site cats who blog fez uma lista dos principais plugins do WordPress para monetizar seu site. Dicas abaixo.
1. Advertising Manager
2. Ozh’ Who Sees Ads
3. AmazonSimpleAdmin
4. AdRotate
5. AFLinker – Affiliate Link Cloaker and SEO Links Redirect Manager
6. WP125
7. iTunes Affiliate Link Maker (iTALM)
8. ClickBank Hop Ad
9. DealDotCom Plugin
10. Envato Recent Items
Evidentemente, não é tão simples ganhar dinheiro atualizando blogs, tornando-se um problogger. Você precisa de uma bela audiência, construir uma comunidade em torno do seu projeto etc.
Todavia, também pode encarar a empreitada apenas como um hobby (que pode evoluir para a criação de projetos comerciais), pensar sua presença on-line como forma de divulgar seu trabalho (escritor, DJ etc.), fazer networking…
Na seção Comunicador Digital divulgo algumas dicas sobre blogs, SEO etc. Um dos principais conselhos é escolher um tema, qual o assunto principal da página.
Escreva sobre algo que lhe intesse, assim não corre o risco de ficar desmotivado e abandonar o projeto depois de pouco tempo. Além disso, você pode se tornar referência sobre determinado assunto.
Imagem via Flickr de edrabbit

O Mashable analisa como as novas tecnologias estão mudando a forma como nos relacionamentos com médicos.
Através da mídia social, conseguimos informações sobre qualidade de vida, achamos os melhores médicos, temos acesso a grupos de apoio, registramos nossos dados (a digitalização é apontada como forma de baratear os custos do setor, bem como melhoria o atendimento) e até realizamos consultas on-line (sites como BreakThrough e MyChoiceMD.com permitem que médicos atendam pacientes através de webcams, chat, celular e e-mail).
O texto traz outras dicas de sites, como páginas que criam rankings dos melhores profissionais de medicina (Vitals e HealthGrades), um serviço que cria possíveis cenários para o cruzamento de remédios num mesmo tratamento (PharmaSURVEYOR) e uma espécie de Wikipédia da saúde (OrganizedWisdom).
Os médicos também ganham nesse cenário. Há desde redes sociais segmentadas (Sermo) até suíte de aplicativos específicos para a categoria (Practice Fusion, uma espécie de Google Aps para profissionais de saúde).
Esses avanços podem substituir a consulta in loco? Há dois anos, a revista Época fez uma matéria sobre o assunto: Doutor Google – Como a internet está mudando a relação entre médicos e pacientes. A reportagem defende que as informações obtidas on-line não devem substituir o médico, mas sim complementar o atendimento. Até porque muitos dados on-line não têm fundamento. Há tratamentos divulgados na web que dão esperança aos pacientes, mas que se mostram ilusórios.
Veja também
O médico do futuro
Imagem via Flickr de agilitynut

Depois que escrevi sobre minha atuação como consultor de comunicação sem “respeitar” diferenças geográficas, algumas pessoas me perguntaram, na prática, como faço isso. Na verdade, muitas vezes brinco dizendo que não trabalho em casa, mas durmo no trabalho.
Para quem quer saber mais sobre o assunto, o Webdesign Depot produziu um guia sobre como trabalhar à distância colaborativamente. Mostro algumas das ideias abaixo, bem como complemento com algumas práticas minhas.
O primeiro passo é construir a confiança mútua. Reuniões via Skype ou telefone podem ser úteis.
Se optar pelo vídeo, não esquecer de se vestir apropriadamente, bem como estar num local que lembre uma atuação profissional (mesmo que seja na sua residência). Outra tática é envolver o cliente no processo, para que ele se sinta ouvido, colaborando no trabalho.
Depois da prospecção, não inicie logo as atividades. Não esqueça de ter um contrato assinado, com texto claro, que diga quais são as obrigações e responsabilidades de cada parte. Você tem de estipular o número de revisões do cliente. Do contrário, pode estar dando boas vindas ao retrabalho, estouro de orçamento, prazos dilatados etc.
É necessário também estipular os prazos do projeto (e das etapas). Não apenas seus, mas também dos clientes (aprovação, envio de materiais etc.) Se houver atraso, muitos contratantes esquecem que demoraram a remeter o que foi acordado, mas lembram-se de cobrar o material final. Por isso, deixe claro que a protelação da entrega pode refletir em mais custos.
Por outro lado, seja criativo. Busque soluções alternativas. Muitas vezes, o cliente pode prometer, mas não cumprir (envio de imagens, informações etc.) Procure na internet, por exemplo. Ganhará pontos.
Outro detalhe importante é não atrelar sua atividade a outra demanda (exemplo: você fez os textos, mas outro profissional ficou responsável pelo design). Pagamentos e prazos devem ser distintos, a não ser que seja contratado para desenvolver todas as etapas do projeto.
Como o contato será feito de forma virtual, tome cuidado com a comunicação. Evite ser direto demais, bem como não inunde o cliente com mensagens repetitivas. Eu utilizo relatórios (semanais ou quinzenais) que lembram o andamento das atividades e solicitando feedbacks do que está sendo feito. Deixe claro o que já foi feito e, caso seja aprovado, informe que está partindo para outra etapa. Seja pró-ativo, é melhor do que ser cobrado. Ademais, permite que você se organize melhor.
Também seja acessível. Responda prontamente e-mails e fique disponível no horário comercial.
Guarde todos as mensagens trocadas (vai por mim, garante a sua segurança). Se possível, peça automaticamente a confirmação de e-mail (já me evitou bastante confusão, no estilo “não recebi tal e-mail”, “não foi o que combinamos” etc.). Caso não receba resposta, envie novamente. E, se notar que a comunicação está truncada, ligue para ele.
O ideal seria utilizar ferramentas on-line, desde gerenciamento de projetos (Basecamp) até suíte de aplicativos (como o Google Docs). Todavia, a maioria dos clientes vai utilizar apenas o e-mail mesmo, até por pouca vivência desses aplicativos on-line. Seja cético mesmo quando eles prometem que vão utilizar esses recursos. Muitos aderem no início e vão abandonando com o tempo.
Pode parecer que as dicas dadas são mais vantajosas para os contratados, mas são tão relevantes quanto para os contratantes (no texto Home Office Agora é Lucro! há mais vantagens para os clientes). A maioria deles está envolvida em outras atividades, até porque muitas das demandas solicitadas não fazem parte do seu core business. Por isso, se ele está tercerizando determinada atividade, é melhor também que você assuma as rédeas do projeto.
Teria mais alguma dica? Compartilhe nos comentários.
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50 aplicativos para freelancers
Imagem via Flickr de DarthNick









