Literatura e-rótica

E-reader

Em 2007, a Amazon lançava seu e-reader Kindle. Até hoje, muito se fala sobre as desvantagens do leitor de livros digitais em relação ao formato clássico. Para os leitores mais tradicionais, a facilidade de manusear, não requerer bateria para funcionar ou mesmo o cheiro do livro impresso são características insubstituíveis.

Essa não é a história completa. A comodidade de funcionar como um ecossistema completo de leitura tornou o e-reader uma peça única, da compra de títulos à leitura.

Esses atributos mexeram com os hábitos do leitor. A possibilidade de aquirir livros sem passar pelo balcão de uma livraria deixou as pessoas mais à vontade para escolher opções eróticas, e não apenas soft porn.

O mercado livreiro igualmente recebeu a mensagem com prazer. Até porque a diminuição dos custos de impressão tornou possível o lançamento de vários títulos que dificilmente seriam publicados anteriormente. Para os amantes dos livros, é necessário rever conceitos. Muitas dessas obras são disponibilizadas inicialmente no digital. Antes absoluta, a edição em papel se tornou apenas uma possibilidade.

Imagem via Flickr

Vida móvel

“[…] o uso da internet móvel é muito diferente daquele ao qual estávamos acostumados, e que se resumia a uma única e longa sessão de navegação. Hoje o comportamento do consumidor pode ser mais bem descrito como uma sucessão de “micromomentos”, aquelas interações fragmentadas que acontecem ao longo do nosso dia — uma espiadinha na fila do banco, outra na sala de espera do consultório, ou no ônibus, no táxi, na sala de cinema enquanto o filme não começa… enfim, naqueles espaços antes em branco que aprendemos a preencher com os nossos gadgets. Nossos celulares nos acompanham por toda a parte, e olhamos para eles mais de 150 vezes por dia.”

– Cora Ronai, em ótimo texto que traz inúmeros dados sobre a relação dos brasileiros com celulares.

Jornalismo empreendedor

É cada vez mais comum empresas de comunicação optarem por não assinar a carteira de trabalho de seus funcionários e estabelecer vínculos com profissionais autônomos, que atuam como “pessoa jurídica”. 

Se é para prestar serviços como uma empresa, porque não criar uma startup própria? Eis uma lista das melhores iniciativas jornalísticas da internet brasileira. Muitas delas comandadas por profissionais egressos das redações. Think Olga​, Papo de Homem​, ada.vc​ e o novíssimo Brio​ são alguns dos projetos lembrados.