Contéudo e serviços para alavancar produtos

Interessante notar que, não raro, para um produto se estabeler não basta ser eficiente e inovador mas também ter um bom alicerce. Principalmente para produtos destinados ao grande público e que lidam com conteúdo. No caso das empresas que comercializam videogames, essa característica sempre se mostrou presente. Não bastava ter bons produtos de consoles, era vital também ter bons jogos exclusivos. Há até a premissa nesse setor que software (jogos) vende hardware (videogame).
Outro exemplo recente foi o lançamento do Ipod. A Apple fez parcerias com gravadoras para conseguir uma boa biblioteca de músicas, criou um site de comércio eletrônico de arquivos digitais de canções e, com isso, conseguiu transformar seu produto em sinônimo de mp3 player.
Outras empresas parecem se preocupar cada vez mais com isso. É o caso da Amazon. A gigante do comércio on-line lançou há algum tempo o Kindle (imagem acima), seu leitor eletrônico de e-books e audiobooks. O produto, que foi encarado com certa desconfiança, parece que começa a “pegar”.
Para assegurar seu êxito, a Amazon procura disponibilizar conteúdo para seu produto. No começo desse ano, ela comprou a Audible, especializada em audiobooks, por US$ 300 milhões.




