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“Esse ambiente online, onde cada vez passamos mais tempo, mantém os ânimos exaltados quase que permanentemente.[…] É como um “Feitiço do Tempo” online: todas as discussões estão presas em um eterno “hoje”.
[…] Eis o paradoxo da rede social, que aproxima o estranho mas afasta o conhecido. É a dicotomia do nosso tempo: o brado pela liberdade de expressão e o punho erguido contra quem a exerce.”

@aperteoalt debate a liberdade de expressão no Facebook.

Ainda dá tempo de voltar ao Orkut(i)?

Desde o ano passado, é comum escutar por aí que os podcasts vivem um ótimo momento. Principalmente nos EUA. Para a revista New York, os podcasts estão renascendo. Além da repercussão, essa popularidade toda pode gerar retorno financeiro, pois cria novos modelos de negócio para programas de áudio. Sendo, inclusive, uma alternativa ao sistema de difusão das rádios tradicionais.

Mas, afinal, quais os ingredientes de um podcast interessante? Julie Snyder, da badalada séries de não ficção Serial (vídeo acima), e Mike, do Renegados Cast, indicam o caminho.

[…] Although we think we’re doing several things at once, multitasking, this is a powerful and diabolical illusion. Earl Miller, a neuroscientist at MIT and one of the world experts on divided attention, says that our brains are “not wired to multitask well… When people think they’re multitasking, they’re actually just switching from one task to another very rapidly. And every time they do, there’s a cognitive cost in doing so.” […] Even though we think we’re getting a lot done, ironically, multitasking makes us demonstrably less efficient.

Multitasking has been found to increase the production of the stress hormone cortisol as well as the fight-or-flight hormone adrenaline, which can overstimulate your brain and cause mental fog or scrambled thinking. Multitasking creates a dopamine-addiction feedback loop, effectively rewarding the brain for losing focus and for constantly searching for external stimulation. To make matters worse, the prefrontal cortex has a novelty bias, meaning that its attention can be easily hijacked by something new – the proverbial shiny objects we use to entice infants, puppies, and kittens. The irony here for those of us who are trying to focus amid competing activities is clear: the very brain region we need to rely on for staying on task is easily distracted. […] Instead of reaping the big rewards that come from sustained, focused effort, we instead reap empty rewards from completing a thousand little sugar-coated tasks.

Whatsapp, Facebook, Instagram, Twitter… Tudo ao mesmo tempo. Não, não somos multitarefa. Esse vício em tecnologia, apontam alguns neurocientistas, é ruim para o cérebro.